Com dificuldades para economizar no intercâmbio? Confira algumas dicas para se reeducar financeiramente

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O orçamento é a parte mais importante para quem está planejando ou já está em um intercâmbio. Porém, ele acaba ficando de lado na hora de escolher destino, curso, escolas e datas.

De maneira geral, estudar fora exige investimento em passagens aéreas, seguro de saúde, curso, visto, acomodação, alimentação e transporte. Muita gente esquece de considerar as despesas com roupas, sapatos e lazer. Isso sem falar nos imprevistos. A dica, desde o primeiro momento, é para que os intercambistas coloquem todas essas despesas em um papel e acrescentem pelo menos 20% a mais de dinheiro sobre o total. Isso ajudará a cobrir despesas inesperadas.

Foco na Economia

O Numbeo (numbeo.com), site que reúne dados fornecidos por mais de 200 mil pessoas do mundo todo para fazer o levantamento do custo em diferentes países, é uma boa fonte para estudantes entenderam quais são as despesas do cotidiano. Os dados, além de compararem serviços, alimentação, aluguel e transporte com os de Nova York, ainda apresentam o preço médio de cada item na moeda escolhida (no caso, em euro).

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É possível encontrar itens com preços mais baixos, especialmente nas promoções. Em função disso e do diferente padrão de vida entre intercambistas e pessoas que escolheram a cidade como casa definitiva, os estudantes reduzem bastante a estimativa de custo de vida no país, ou seja, com aproximadamente 600 euros por mês, grande parte dos estudantes consegue pagar por acomodação, alimentação, transporte e lazer.

Dicas indispensáveis

– Ter conhecimento do orçamento disponível para o intercâmbio e saber o quanto pode gastar por mês. Tendo conhecimento disso, é possível evitar lugares que não se adaptam às restrições financeiras do momento;

– Fazer planilha anotando todas as despesas, assim você consegue saber onde pode cortar gastos. Uma dica é utilizar um aplicativo como o Minhas Economias (minhaseconomias.com.br) que é gratuito e possibilita acesso no computador e celular;

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– Ficar atento a rótulos de produtos e indicações de promoções para evitar despesas desnecessárias e conseguir bons negócios;

– Pegar referências e sugestões de outras pessoas que já passaram pela mesma experiência para saber onde é melhor comprar o que você precisa;

– A estimativa é de que, para viver por um ano em Dublin, um intercambista precisa entre 6 mil euros a 11 mil euros.

As leis do país permitem que estudantes trabalhem 20 horas por semana durante o curso e 40 horas semanais nas férias de fim de ano e verão. No entanto, conseguir um emprego nem sempre é fácil ou rápido. O salário mínimo é de €9,15 por hora e as vagas são, principalmente, para o setor de hotelaria, restaurantes, bares, cafés, trabalhos domésticos (como babá e limpeza) e vendedores de loja.

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